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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dexter - 6ª Temporada

Para começar o ano bem, vou falar sobre a 6ª Temporada de Dexter.




Acabei de ver a temporada semana passada e vamos lá, gostei muito do tema central ser a religião. O tema até nos dias de hoje causa um estranhamento entre as pessoas, costuma ser bem separado, quem é contra toda essa exploração da religião em um seriado de televisão, simplesmente vai pegar ódio, achar feio, criticar, e não vai saber olhar com os olhos analíticos, e não perceberão todo o conteúdo que o tema oferece.
Os episódios foram muito bem feitos, com aquela típica vontade de assistir o outro, e mais outro e assim por diante, e isso foi o que me fez gostar de Dexter desde o começo.
Ah, o final da serie, acho que realmente aconteceram coisas desnecessárias, forçaram muito com a Debra nessa temporada, ela conseguiu ficar insuportável, a personagem dela perdeu o encanto e os valores, por mim tiraria ela numa boa da próxima temporada (virou pessoal a raiva que peguei dela).
Resumindo... gostei de todo o tema e do clima dessa temporada, muito bem pensado o assunto e o desenvolvimento, só vejo que alguns personagens ficaram muito forçados, e o foco ficou em um assassino somente (diferente das anteriores) que uma hora fica cansativo o mesmo assunto, o mesmo cara, o mesmo tudo, o ultimo episódio me fez ficar brava, com raiva, nervosa, e não acreditei que terminasse daquele modo, acho um modo digno de deixar as pessoas curiosas, mas para um episódio e não para o último episódio.
Enfim, gosto de Dexter e não vejo a hora da 7ª Temporada estar prontinha, porque eu não aguento mais a curiosidade.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Dois Mil e Onze

Essa menina fez planos, correu atrás, viu que tudo é mais difícil do que parece.
Dinheiro não nasce em árvore, caráter também não se compra no bar da esquina. Juntos conseguimos ir longe, brigas fortalecem as melhores amizades.
Ah, se dois mil e onze falasse, diria que essa menina já quis desistir de alguns sonhos, abaixou e ergueu a cabeça, comemorou as conquistas e percebeu os estragos.
O ano lhe serviu como terapia, nada se conquista do dia para noite, nunca desistir de provar seu potencial para si mesma, aprendeu que o relógio pode demorar, mas ele passa, ele levita hora por hora, não podendo voltar atrás.
Encanto por coisas simples, o hoje pode ser valioso, estar junto é estar bem, o amor acontece somente uma vez na vida, o pensar mata-lhe lentamente.
Frases feitas por escritores famosos não servem como auto ajuda, o diferente está cada vez mais parecido, tudo as vezes parece estar fora do lugar, a justiça nem sempre é feita e a língua cumprida demais pode matar. Perder a voz em um show, ganhar uma música em sua homenagem, fazer uma tatuagem, querer sempre mais, saber que gente medíocre está por toda a parte.
Que aqui em dois mil e onze fique sepultada toda dor, angústia e frustração, nada de promessas para o novo ano, apenas vem, para que os sorrisos possam ser multiplicados, os abraços sejam como uma música que não conseguimos esquecer e o estado da felicidade consiga se manter permanente no peito.


"O lugar onde você deve chegar
O endereço onde você vai ficar
Na minha avenida você vai andar
E agora eu já sou o seu lugar"

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Um de Novembro de Dois mil e nove.


Confesso, sem você, prefiro a solidão.
Sou romântica, gosto de escrever sobre sentimentos, gosto de escrever sobre você, afinal, não são somente os sentimentos ruins que devem nos inspirar.
Você sempre gostou das mesmas coisas que eu, era mais tímido, nunca o vi com nenhuma outra garota. Sua diversão era a música, filme, livros, os mesmos gostos em seres humanos diferentes.
Veio rápido, o afeto que não deu pra negar.
As ruas eram diferentes, as músicas mais bonitas, tudo tinha uma cor diferente – sim, exatamente como em um filme romântico e meloso.
Meu amado, era isso que eu imaginava dizer.
Decisões, medos, calafrios, vontade, era isso e muito mais, passava o dia todo querendo te ver, esperava você falar que me amava, que eu poderia ser o amor de sua vida.
Engraçado, dois anos e alguns meses depois, hoje eu senti tudo isso novamente. Não é pela carência, nao é pela melancolia de ficar em casa (dedos machucados e sem faculdade), é pela falta que você me faz.
Me aceita como sou, os quilos à mais, o inglês errado, o ciúme, a chateza toda, pra quê quero outra coisa na minha vida?
Sei que em meu peito ronda a certeza, que nunca vou me arrepender de nenhuma palavra se quer, que eu possa te falar ou escrever, e que meu sentimento tem um destino, um endereço, uma boca, um céu... você.